03 junho 2014

Brincadeira tem limites

Juiz:     Qual sua idade?

Velhinha:     Tenho 86 anos.

Juiz: Diga-nos, por palavras suas, o que lhe aconteceu no dia 1º de Abril do ano passado.

Velhinha:    Estava sentada no alpendre da minha varanda, num fim-de-tarde
suave
de verão, quando um jovem, sorrateiramente, se sentou a meu lado.

Juiz: A senhora conhecia-o?

Velhinha: Não, mas ele foi muito simpático.

Juiz: O que aconteceu depois?

Velhinha: Depois de uma amena cavaqueira, ele começou a acariciar-me a coxa.

Juiz: A senhora tentou impedi-lo?

Velhinha: Não.

Juiz:  Porque não?

Velhinha: Era muito agradável. Desde que o meu Alfredo faleceu, há 30 anos, nunca mais ninguém me tinha feito isso.

Juiz: O que aconteceu depois?

Velhinha: Acho que, pelo simples facto de não o ter impedido, ele começou a acariciar os meus seios...

Juiz: E nessa altura, a senhora deteve-o?

Velhinha: É claro que não!

Juiz: Porque não?

Velhinha: Porque, Meritíssimo, ele me fez sentir viva e excitada. Não me sentia assim molhada, há 30 anos.

Juiz: O que aconteceu depois?

Velhinha: Ora, Sr. Dr. Juiz, o que faria uma mulher verdadeira, ardendo em chamas, já de noitinha, diante de um jovem ávido de amor? Estávamos sós e abrindo as pernas suavemente, disse-lhe:Podes possuir-me, rapaz.

Juiz: E ele, possuiu-a?


Velhinha: Não !!! Ele gritou: "1º de Abriillll...!!!"Foi então, que dei um tiro no filho da puta...

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